Vitória contra o Água Santa liga sinal de alerta pro Palmeiras na fase final do Paulistão

A vitória contra o Água Santa no Paulistão acendeu o sinal de alerta no time do Palmeiras. O time sofreu para furar o frágil sistema defensivo do time de Diadema e venceu o jogo com um gol de pênalti polêmico no final da partida.

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Embora tenha atingido o objetivo de se classificar como líder geral do Campeonato Paulista, o Verdão vai precisar apresentar um futebol mais convincente para chegar ao título. 

Vanderlei Luxemburgo ainda não encontrou uma forma do time jogar sem Dudu e admitiu isso na entrevista após o jogo. A ideia inicial do treinador era usar Gabriel Veron no lugar do antigo camisa 7, o que pouco mexeria na estrutura tática do time. Veron seria uma opção de velocidade ao lado de Rony e Willian ficaria mais próximo de Luiz Adriano, em um 4-2-4 com os volantes se aproximando da frente. Mas uma lesão múscular no jovem atacante frustou os planos do treinador.

Numa tentativa de dar mais opções ao elenco o Palmeiras solicitou a volta de Angulo, que estava emprestado ao Cruzeiro. Hoje o time não tem jogadores que joguem pela lateral do campo com características de drible em direção ao gol adversário.

Rony que veio como grande aposta do Palmeiras ainda não encaixou ao sistema tático. Segundo Luxa, o jogador era habituado à um modelo de jogo pautado em contra-ataque no Athletico-PR, o que difere da proposta de jogo do Verdão. Rony que até o momento não convenceu com a camisa alviverde, já vem ganhando críticas da torcida.

Diante do Água Santa, Luxa até tentou dar uma oportunidade para Raphael Veiga jogar aberto, porém a atuação foi apática e o meia mais uma vez mostrou que não é o mais indicado para jogar na beira do campo.

Vale ressaltar que o meio campo também não está sendo criativo e que constantemente só ficar tocando de lado, sem nenhuma objetividade.

O sentimento que passa é que há um modelo de tentativa e erro para encaixar o time e livrar o Palmeiras da dependência de Dudu.

Diante de tudo isso, a pergunta que não quer calar é: Será que conseguiremos ajustar o time até o mata-mata? 

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